Segunda-feira, 31 de Julho de 2006

Mengão Voa sobre Caravela do Vasco da Gama.

Um Post dedicado á vitoria do Flamengo sobre o Vasco da Gama para conquistar a Taça do Brasil. Mais um "vice" para o Vasco da Gama. Pensava que o Vasco era o clube mais "vice" do Brasil. Descobri afinal que é o segundo com mais derrotas em finais. Ó triste sina.


publicado por Oraculo às 15:37
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Sábado, 29 de Julho de 2006

Anibal Barca: Flagelo de Roma.

Nós vamos encontrar uma maneira ou fazemos uma maneira! Anibal, quando confrontado com uma impossibilidade de atravessar os Alpes com elefantes.

Anibal Barca foi um Politico Cartaginés, caracterizado como um dos melhores comandantes militares da Historia. Viveu num periodo de grande tensão no Mediterraneo, em que Roma e Cartago lutavam pelo dominio da Região. Considerado como o maior heroi de Cartago, é reconhecido pelos seus feitos na Segunda Guerra Punica, quando liderou um exercito, famosamente incluido elefantes de guerra, através dos Pirineus e dos Alpes até Italia.
Derrotou os Romanos numa serie de Batalhas , entre as mais famosas a de Cannae, em que derrotou o maior exercito romano de sempre, com uma força de mais de 100 000 homens. No entanto, a decisão de nunca atacar Roma foi muito controversa, ao deixar os romanos reagruparem-se. Um dos seus amigos mais intimos ter-lhe-á dito até que “Sabes alcançar Grandes Vitorias, mas não as sabes usar”. Anibal manteve o seu exercito em Italia por mais de uma decada, a trucidar cada legião romana que lhe fizesse frente.
Uma contra ofensiva Romana no Norte de Africa obrigou-o a regressar a Cartago, onde seria derrotado por Cipião, o Africano. Forçado em Exilio, viveu na corte Seleucida, servindo como conselheiro militar nas guerras contra os romanos. Mais tarde, serviu na corte de Pergamo, onde se suicidaria, quando os romanos exigiram a sua rendição.
Anibal é considerado por muitos como um dos melhores genios militares e tacticos na Historia. Comparado muitas vezes a Alexandre o Grande, Anibal é, na opinião do autor, superior a este.
Conta-se que Cipião o Africano encontrou-se com Anibal na corte de Pergamo e que lhe perguntou “Quais são os maiores cabos de guerra da Historia?”. Anibal respondeu-lhe “Em primeiro Alexandre o Grande, em Segundo, Anibal Barca e em terceiro Cipião o Africano”. Cipião perguntou-lhe porque era Cipião terceiro, se ele o tinha derrotado em batalha. Anibal responde: “Se te tivesse derrotado, seria maior do que Alexandre!”.
Assim viveu o homem que pôs Roma de joelhos e que sempre se assumiu como o seu maior inimigo.
 

publicado por Oraculo às 19:59
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 27 de Julho de 2006

Ventos Divinos da Providencia

Com a Ajuda do Céu, conquistei para vós um imenso imperio. Mas a minha vida foi curta demais para a conquista do Mundo. Essa tarefa é vossa. Genghis Khan, falando aos seus filhos no fim da sua vida.

Após a conquista de praticamente toda a Asia, o Imperio Mongol vira a sua atenção para o Japão. Dois emissarios enviados pelo grande Khan ao Japão a exigir a sua rendição. Com a rendição recusada, o Shogunato de Kamakura começou a preparar a defesa do Pais.
Um força de 15000 mongois e chineses e 8000 coreanos facilmente desembarcou na baia de Hakata e facilmente derrotaram a pequena guarnição de samurai que defendiam zona. No entanto, as forças mongois retiraram devido á falta de mantimentos assim como uma tempestade que afectou a frota.  
A partir de 1275, as forças japonesas reforçaram as defesas ocidentais, contruindo fortes e estruturas defensivas em pontos estrategicos.
No Verão de 1281, nova invasão Mongol, desembarcando em diferentes pontos de Kyushu. Os Samurai conseguiram empurrar os Mongois para a sua frota, que foi fortuitamente destruida por um Tufão, o chamado “Kami Kaze” pelos japoneses, que significa “Vento Divino”.
A derrota das forças Mongois no Japão foi de uma importancia macro-historica extrema, colocando um limite á expansão mongol e um marco na historia Japonesa.
 

publicado por Oraculo às 14:34
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 25 de Julho de 2006

Pouco a Pouco...

Termino, pois, com a convicção de que se o cenário global é mais positivo, é também muitíssimo arriscado (como se viu) - e se é sempre melhor crescer umas décimas a mais do que a menos. Miguel Frasquilho.

A actividade economica de Portugal durante o segundo trimestre de 2006 foi francamente positiva. Do lado da oferta, a informação mais positiva adveio de alguns subsectores da industria e dos serviços, com a construção a seguir uma trajectoria negativa. Tais subsectores que apresentaram maior dinamismo foram os de fabricação de automoveis, de alguns grupos de bens alimentares e de vestuario, assim como de pasta de papel e de componentes electronicos. Nos serviços, foram as actividades imobiliarias que tiveram um crescimento positivo. Porem, a relação entre a Oferta continuou estatica, com os indicadores a permanecerem relativamente estabilizados.  
A grande força dinamizadora continuou a ser a Procura Externa, contribuindo pesadamente para o crescimento da actividade. O valor das epxortações cresceu 13,2% no trimestre terminado em Maio e as importações tiveram um crescimento mais moderado. A procura Interna, mais uma vez manteve a sua fraca contribuição, tendo-se agravado a evolução do investimento e tendo-se mantido o fraco crescimento do consumo privado. No investimento, destaque para as reduções intensas na construção e nos equipamentos.
No mercado de trabalho, se incluirmos as expectativas dos agentes economicos, são menos desfavoraveis.  Os pedidos de desemprego diminuiram 0,6% no segundo trimestre e os valores do desemprego recuperaram na industria, agravaram na construção e estabilizaram nos serviços.
A Inflação acelerou novamente, mas em Junho abrandou ligeiramente, passando para 2,9%. A aceleração foi causada por alguns compoentes do sector alimentar, mas rapidamente compensada com o abrandamento no vestuario, calçado e combustiveis.
Todos os dados da analise foram retirados dos dados do INE para o periodo do Segundo Trimestre de 2006.
 

publicado por Oraculo às 15:10
link do post | comentar | favorito
|

Harakiri global

Estavamos entretidos com as crises caseiras, a política e a económica, que nem demos por isso: mas a economia do mundo vive há quatro anos de ventos favoráveis.

Tão favoráveis que é preciso recuar ao início da década de 70 para encontrar outro período igual. Em crescimento económico. Em crescimento do comércio (preços e volumes). E também em liquidez disponível.

Nestes quatro anos domina ainda a reflexão sobre causas e motivos que levaram Portugal, ao contrário de outros países, a desperdiçar um contexto internacional tão impressionante. Não é o que se propõe hoje.

Em tempo de férias não é tempo de insistir nas conhecidas vulnerabilidades. Nem para perturbar o sossego de quem está ou se prepara para o merecido descanso. A ideia é, portanto, ignorar as desgraças nacionais. Falemos das alheias.

Para tentar perceber como é que o mundo, os líderes deste mundo que avança em grande velocidade, puxado por novas e impensáveis locomotivas, decidem saltar dos carris e comprometer uma das origens deste sucesso global recente.

Não bastava o petróleo a caminho dos 100 dólares? A consequente pressão sobre os preços? E o necessário aperto da política monetária, desencadeado pelos principais bancos centrais? Como é possível desfazer anos e anos de negociações e, num ápice, implodir o sistema de comércio internacional mais livre?

O comércio livre é uma base sólida da globalização. A globalização transformou-se no grande palco das ideologias do século XXI. Até das mais idiotas, que são, simultaneamente à esquerda e à direita, as dominantes. Ideologia com idiotice gera hipocrisia.

Seria idiota pensar que foi a ideologia que tornou os Estados Unidos incapazes de cortar os subsídios públicos aos agricultores. E não são idiotas os outros cinco protagonistas da Organização Mundial do Comércio (União Europeia, Japão, Austrália, Brasil e Índia), que iniciaram uma maratona de 14 horas, até à madrugada de ontem, para se autodeclararem um fracasso.

Hipocrisia global. Num triunfo de burocratas. É esta a causa e a conclusão do fim de Doha. Assim decretado pelo britânico Peter Mandelson: «Perdemos a última saída da estrada.» Onde entraram há cinco anos.

Cálculos do Banco Mundial apontam um «custo» para o insucesso de Doha: 227 mil milhões de euros. Era a impressionante soma de ganhos com o aprofundamento da liberalização da agricultura, da indústria e dos serviços. São cenários, valem o que valem.

Embora não restem dúvidas quanto ao impacto extraordinário que foi produzido pelo dinamismo comercial em grandes economias (e não é só a China...). E de outros países que antes, em contextos de maior proteccionismo, revelavam uma fraca capacidade de reter os benefícios gerados em fases de prosperidade.

A abertura favorece os sectores exportadores e respectivos empresários e trabalhadores. E o obsoleto método negocial da OMC só está concentrado nos «custos» que a abertura de fronteiras traz, evidentemente, aos sectores importadores. Agricultura e têxtil celebram o fim de Doha. Aqui, no resto da Europa, nos EUA. São eles os vencedores de um mundo fechado ao comércio livre.

É o mundo em que perdem os exportadores, ou seja, os mais dinâmicos, aqueles que puxam pela produtividade, pelos salários e pelo crescimento da economia. O mesmo mundo que penaliza os consumidores, impedidos de aceder a bens importados e mais baratos – a maioria dos «ganhos» de 227 mil milhões foi calculada pela queda de preços de bens agrícolas e de vestuário.

O brasileiro Celso Amorim é menos fleumático e pouco exagerado. Saiu da reunião recusando-se a classificar o momento de desastroso: «Mas esta situação é a mais próxima que podemos ter do desastre.» Problema deles?...

Sergio Figueiredo, Cronica do J. de Negocios, 25 Julho 2006


publicado por Oraculo às 15:02
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 21 de Julho de 2006

Israel: Um pais forjado na Guerra.

 With the religious you can hardly negotiate. They think they have supreme permission to kill people and go to war. Shimon Peres

As Forças Armadas de Israel invadiram o sul do Libano, com o pretexto de incapacitarem o governo do Libano sobre o comando do Hezbollah. Sinceramente sempre me perguntei como é que o estado de Israel, com os seus miseros 7 milhões de habitantes, consegue pôr em linha toda os vizinhos.  
O facto de serem dos maiores fabricantes de armas do planeta, de serem os que mais investem em tecnologia de armamento e de terem um exercito efectivo de quase 5 milhões ( todos os habitantes de Israel tem de passar certo tempo nas casernas para treiono, por ano), certamente coloca Israel como uma força a temer.
Para alem disso, não tem qualquer pudor em trucidar um predio para matar um alvo. Alem disso, a MOSSAD é o que se sabe… altamente eficiente como serviço de informação. E alem disso, os Israelitas são os mestres em tacticas de guerrilha urbana. Talvez seja por isso, que não se importem. Numa guerra defensiva, com uma possivel aliança dos paises muçulmanos contra o estado de Israel, provavelmente o pequeno estado conseguiria aguentar-se.
No entanto, estas incursões contra o sul do Libano, com este pretexto, soam-me assustadoramente parecidas com as justificações do “Espaço Vital” dos Alemães Nazi de há 60 anos atrás.
Afinal, Israel é um estado artificial, criado como contrapartida pelas atrocidades cometidas contra a Nação de David na Segunda Guerra Mundial. Talvez, quando tivessem criado o pais, os Estados Unidos, a União Sovietica nem o Reino Unido tivessem considerado a hipotese de que o pais iria sobreviver tanto tempo. Foi constantemente atacado pelos sues vizinhos e sempre respondeu de forma decisiva, efusiva e algumas vezes desproporcionada.
Israel é actualmente um pais endurecido pela constante guerra e pressão dos ultimos 60 anos. E sabe que é perfeitamente capaz de vencer qualquer exercito convencional que lhe apareça á frente.
No entanto… nada disso melhora a paz no mundo, nem ajuda as populações dessas nações. Porque na Guerra… a vencedora é somente a Morte.
 Forças Israelitas no Libano.

publicado por Oraculo às 20:45
link do post | comentar | favorito
|

Auckland City carimba passaporte para o Campeonato Mundial de Futebol de Clubes

Com uma vitoria confortavel  sobre os Tahitianos do AS Pirae por 3-1, os Neo-Zelandeses do Auckland City sucedem ao Sydney FC como campeões Oceanicos. Com um hat-trick do Sul-Africano  Keryn Jordan, o Auckland City será o representante da Oceania no Campeonato Mundial de Futebol de Clubes, a ter lugar no més de Dezembro no Japão.

Assim juntam-se ao FC.Barcelona de Espanha, vencedor da Champion’s League da Europa e ao America de Mexico , vencedor da Taça CONCACAF da America do Norte que aguardam pelos resultados das restantes competições Continentais.
Na Copa Libertadores, o detentor do Trofeu e Campeão Mundial 2005 São Paulo juntou-se ao Libertad do Paraguay, ao Chivas Guadalajara e ao Internacional de Porto Alegre nas Meias Finais da Competição.
Na AFC Champion’s League e na CAF Champion’s League, os jogos ainda decorrem e somente mais tarde se sabem quem será o vencedor.
 Somente em Dezembro saber-se-á quem será o sucessor do São Paulo, como Campeão Mundial de Futebol.
Jogadores do Auckland celebram a Vitoria.

publicado por Oraculo às 15:28
link do post | comentar | favorito
|

As coisas que se encontram quando menos se procura...


publicado por Oraculo às 01:17
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

A Era dos Media Digitais

Advertising is the greatest art form of the 20th century. Marshall McLuhan

Após uma decada de aumentos continuos nos orçamentos de publicidade, mas uma relativa estabilidade no mix de media selecionados, muitos marketers estão a reanalisar os canais de comunicação que utilizam. Basicamente redirecionam os seus esforços e recursos para os meios digitais.
Este aumento representa o culminar natural do descontentamento crescente dos anunciantes com esses meios tradicionais, que foram aumentando os preços e declinando a eficacia. Reflecte tambem os crescentes retornos de financeiros provenientes dos meios digitais. Existe uma quantidade enorme de consumidores que passam tanto tempo em busca de informação via plataformas digitais – TV por cabo, telemoveis e Internet- que alteram o padrão global de utilização dos media. Com a proliferação da Banda Larga, a Internet transformou-se no veiculo de comunicação por excelencia.
O aparecimento de blogs e da chamada web 2.0 (conteudos para utilizadores por utilizadores) levou a que toda uma paragernalia de ferramentas aparecessem para a divulgação de informação. Com o descredito geral que os meios tradicionais de comunicação tem gerado, as empresas procuram, uma vez mais, segmentar ainda mais o mercado, procurando atingir os seus mercados alvo. De facto, os consumidores tambem alteraram a sua percepção e expectactivas sobre a publicidade. Muitos consumidores não se importavam de pagar para aceder a publicidade que lhe interessasse.
A convergencia das campanhas tambem está posta em causa; hoje em dia, a utilização diversificada de instrumentos leva a uma maior exposição e acima de tudo promove a pro-actividade. Um consumidor que esteja interessado em qualquer coisa é incentivado a procurar mais e a interagir com a publicidade. A Passividade é coisa do passado. O consumidor atribuem cada vez mais um maior valor aos veiculos de comunicação on-line porque facilitam contactos e são uma forma importante de apoio á decisão.
E num mundo globalizado… a Informação é um bem precioso.

 

publicado por Oraculo às 19:06
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 18 de Julho de 2006

Guaxinim: Ladrão Travesso

A Ocasião Faz o Ladrão. Proverbio Portugués

Guaxinins são mamiferos do genero Proycon da familia Procyonidae. Os Guaxinimns são incomums devido aos seus polegares, que embora não sejam oponiveis, permitem-lhes abrir muitos contentores fechados e portas. São omnivoros inteligentes com uma reputação de inteligencia, manhosos e problematicos.
Todos os Guaxinins são animais nocturnos, comendo bagas, insectos, ovos e animais de pequena envergadura. Os Guaxinins, ás vezes, lavam a comida antes de a comer.
Há relatos de Guaxinins roubarem a comida aos turistas que visitam parques naturais onde estão hospedados. Por baixo daquele animal felpudo e fofinho e de aparencia amigavel vive uma ladrão inteligente de comida… chegam inclusivamente a roubar a comida directamente do cesto de piquenique.
Mas convenhamos… roubar comida aos turistas não é uma forma muito digna de arranjar comida…
 

publicado por Oraculo às 16:34
link do post | comentar | favorito
|

.Informações

.pesquisar

 

.Junho 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. O problema de um free rid...

. A velha questão de onde g...

. Economices de uma saída á...

. Combustíveis, petróleo e ...

. Responsabilidade Social e...

. Mudanças na UALG

. Crise Imobiliária Parte I...

. Quem disse que tirar um c...

. A Crise Financeira no sec...

. Um pensamento disconexo

.arquivos

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

.tags

. todas as tags

.links

Blog Top Sites
Blog Directory
Locations of visitors to this page

.Khonya

.subscrever feeds